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Até lá! :D
Os jogos que você quer saber, do jeito que ninguém tem coragem de dizer

Nesse mês acontecerá no badalado LA Convention Center a tão esperada E3, a Electronic Entertainment Expo, e enquanto eu observava a lista dos games que estarão à mostra já confirmada pelas softhouses, um me chamou bastante a atenção. Banjo Kazooie, um dos games de maior sucesso pro Nintendo 64 terá uma continuação, pro console aclamado por uns e odiado por outros, Xbox 360.
Um bom exemplo é o furor que Zelda: The Wind Waker causou antes do lançamento. Todos achavam que o jogo seria horrível, que aquele Link mais parecia um anão de jardim com os cílios grandes do que o herói de antes. Aliás, muitas pessoas ainda falam muitíssimo mal desse jogo, e grande parte delas, sequer jogou. Pra mim, é um Zelda tão bom como os outros, o visual, a jogabilidade e as músicas não ficaram fracas. Apenas as pessoas não estão acostumadas a dar uma chance ao novo e ao menos experimentar uma coisa diferente. Ao menos foi essa a sensação que muitos tiveram antes de Wind Waker, mas depois a coisa tudo mudou quando colocaram as mãos no anão lourinho.

Já foram confirmados os personagens Dracula, Simon, Alucard, Shanoa, e Maria Renard. Teremos também os famosos subweapons e eles ainda dependerão dos corações. O Wiimote controla as porradas e o Nunchuk controlará o movimento. Agora, alguém me explica o que diabos deu na Konami pra tentar fazer um jogo de luta? E se possível, me explica também porquê eles destroem nossos sonhos e pervertem nossos jogos favoritos?
Sim, sete. Acho que nem tem mais o que falar, um game que chega à sua sétima versão sem mudar praticamente nada fala por si só.
Metroid todos conhecem. Outro dos carros-chefe da Nintendo, criado por Gumpei Yokoi, a série teve um grande hiatus desde o lançamento de Super Metroid, e depois com a morte do mesmo em 97. Não vimos Samus dar as caras no Nintendo 64, mas queríamos vê-la novamente – de alguma maneira.
A Retro Studios hoje, em minha opinião, é a nova Rareware da Nintendo. Essa, que foi um dos maiores tesouros da Nintendo, consagrando jogos únicos como Battletoads, Donkey Kong Country, Killer Instinct, GoldenEye 007 e Perfect Dark. Tirando a trilogia Metroid Prime, concluída no Wii em 2007, a Retro atualmente diz que está dando uma pausa nos Metroid, para nossa tristeza, mas acreditamos estar desenvolvendo em surdina algumas boas novidades por aí.
Ok... Estou jogando baixo, não minto! Ridley é o meu favorito da série, um vilão que sempre dá um jeito de renascer e voltar. Aquele ser meio dragão, pássaro, filhote de cruz-credo já me causou muito medo na infância, hoje é uma figurinha registrada nos jogos. Em Prime ele volta no primeiro você enfrenta um clone ciborgue munido de todo tipo de parafernália, em Prime III ele volta também, em uma batalha alucinante em pleno ar em uma queda impressionante de uns quinze mil metros!
Samus Aran
Não é somente uma representação oficial no Brasil. É um estúdio, ou developer, como dizem lá na gringa. É uma possibilidade real de que nossa produção saia dessa fase exageradamente retratada na screen do lado. Não só um gato pingado como é o caso do Carlos Saldanha (animador renomado e responsável pelos filmes A Era do Gelo e A Era do Gelo 2) no meio da animação americana, mas sim uma oportunidade de surgir um time de produtores nacionais que mostre respeito.
Guitar Hero, Rock Band... jogos musicais em geral estão em alta, é inegável. Todo mundo conhece, tem, jogou, é viciado, ou ouviu falar.
Me digam... não dá pra matar dois coelhos com uma cajadada só? Aproveita a onda aí, Konami, já que você já disponibilizou as trilhas sonoras de alguns games pra